Canção da Mulher que Virou Barco

Canção da mulher que virou barco reúne poemas de Iracema Macedo, poeta nascida em Natal, de feitio e têmpera delicados, dona de muitas facetas. Ora arrebatada e ousada, ora memorialista, Iracema é, acima de tudo, depositária de movimentos, de idas e vindas, de partidas e ancoragens.

Fubá com Sagu

Com uma linguagem suave e emocional, o jovem Gustavo Rugila tem um talento especial para registrar emoções. Seus contos e poesias dão a impressão de uma conversa acolhedora entre amigos. Ele abre seu coração e se desabriga, sem acanhamentos, com uma capacidade de acessar fragmentos afetivos que, mesmo quem se acha romântico, tem dificuldade para adentrar.

Espelho, Espelho Meu

Anabelle conta sua história do abandono na infância e encontra na dança o alívio necessário para fazer sua subconsciência falar mais alto enquanto capta o mistério da alma humana. Aos dezoito anos, se sente à flor da pele, perdidamente apaixonada por dois jovens que são capazes de despertar desejo e amor em qualquer moça. Na dúvida entre seus dois crushs, ela não consegues escolher entre o loiro de olhos azuis que conquistou uma frota de admiradoras e o dono do sorriso mais encantador que já viu, um rapaz sedutor e forte.

Poética

Poética é o primeiro livro de poesias de Vanessa Musial. A autora explora diversos temas, os quais são divididos em 5 partes: O Amanhecer, O Amor, As Trevas, O Sonho e A Morte. A obra conta com prefácio escrito por Vanessa e belíssimas ilustrações em aquarela feitas por Ana Lucia Margotti.

ainda não há um furacão com seu nome

ainda não há um furacão com seu nome é o livro de estréia do gaúcho Léo Cruz. Na obra, o autor reúne poemas diretos, leves e sentimentais usando seus versos, trocadilhos e uma linguagem descontraída brincando com as palavras e com nosso cotidiano. O que são furacões? Fenômenos (ou desastres?) que passam e bagunçam regiões. O poeta escreve sobre os furacões que passaram pela sua vida e que o bagunçaram de alguma maneira. Poemas de amor, bads, saudades, lembranças e pitadas bukowskianas.

Poemas

Poemas foi escrito por Eduardo Guimaraens em 1926 (em francês) e publicado em obra bilíngue, traduzida pelos poetas Lívia Petry e Alcy Cheuiche. O livro foi organizado pela neta do poeta, Maria Etelvina Guimaraens: "os versos do autor bem podem ser chamados de canções, tais as suas aliterações e assonâncias, que fazem deles verdadeiras melodias. Também suas imagens nos levam para o mundo das sensações: podemos tocar, cheirar, sentir seus poemas".

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